Ventos Menineiros by Marcos Delgado Gontijo

Ventos Menineiros

byMarcos Delgado Gontijo

Kobo ebook | October 9, 2016

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Marcos, teus poemas são lindos, originais, bem escritos e brincam nas metáforas. Fazia tempo que eu não lia nada tão bonito. Dizem que os espíritos mais elevados são capazes de ver as coisas belas do mundo. E tua poesia tem uma energia muito linda, positiva. Meus sinceros parabéns. Ao ler teus poemas, a gente chega ao final e decide ler novamente para degustar mais vagarosamente cada verso, cada combinação. Estou surpresa com a qualidade dos teus escritos. Em algumas partes eu voltei a leitura várias vezes, para visualizar melhor a construção. Que me perdoem os tantos poetas que tenho lido ultimamente, mas se tiver que apontar algum em especial, dessa nossa época, com toda certeza será Marcos D. Gontijo. O poeta que brinca com os versos. Na verdade, em tua poesia, a sensação que se tem é que os versos vão se derramando sozinhos pelas linhas...Você nasceu para isso. No mais, gostaria de acrescentar que compactuo com a opinião do poeta Marion Cruz sobre a tua poesia, e também que teu poetizar me lembra imensamente Manoel de Barros. Nossa, quanta riqueza percebida em todas as coisas para a quais você olha. Olhos abençoados, que enxergam a mais bonita essência de tudo. Desejo que Deus te abençoe grandemente. Que você continue com esse dom mágico de perceber a beleza nas coisas mais simples e nas coisas complexas, e com essa destreza de saber brincar com as palavras tornando-as tão belas, tão mágicas. Grande abraço poeta. Muita, muita, muita inspiração para você sempre. Andrea Cristina Lopes - Revisora, escritora, poeta ================== Impressões, interações e emoções ao ler os poemas da obra. Ao poeta tudo é permitido, e assim como os ventos, criam-se os versos gracejos e do mundo que se comtempla surgem as revivências dos mais sublimes encantamentos. E laborosos, os dias chegam plenos de iludências, surpreendências, quando em chuvadas tardes cantam os ventos tamborilantes. Palavreando, dando forma às novas palavras, asar nos ventos, sendo quem é. Não esquivar-se com o contraditório, reconhecer-se o todo das partes. Presenciar luz, estender passagem, não ter medo do sonho. O belo se esconde tão dentro da gente! As lembranças vigiam os passos, a saudade mina nos olhos. A natureza tem muitas faces, mas apenas a face do poeta se volta ao voo da ave sobre a água, ao brilho do inseto que adenta a noite em passeios suaves, à árvore que se dobra ao cantar o vento. E seus olhos se refestelam nas palavras de amor. Assim segue o poeta, a suspirar do tempo, acolhendo outros fatos. Uma metamorfose que brinda as lições recebidas e bebe do gosto da terra. E no pendular das transformações faz de conta que a saudade finda em alguma dimensão. Tudo é um mágico compartilhar. Tudo é um eterno construir. E a cada vida pulsante, um naco de vento, um todo do pensamento. Por estradas surreais a poesia crepita. Dessas que respira o solo quente, semeia ilhas, colhe arquipélagos. A minha poesia se encolhe, se intimida diante do clarão que refestela meus olhos. As palavras não chegam a fazer sentido ao tentar descrever, nada alcança tão alto grau de beleza. Meus olhos sorriem ao ler tão mágica poesia. A poesia que ele canta: desperta sonolências por entre os ares translúcidos, profundos, vivos feito luz que ressalta do espelho. Cada verso rima amor, os mais lindos encantos que a natureza é capaz de produzir. São poemas que despertam um novo mundo, onde o sol reina em brilho sobre as águas e a relva fresca jamais perde seu viço. Nada é imperceptível à sensibilidade do poeta. Ele ilumina o que já não tem brilho, dá forma, faz ritmo, dança quando os sons são insípidos. E nas doces manhãs, colhe o que se reflete, faz versos Faz versos de fogo, espelhos e purpurinas. Mudar o cenário, vazar as cores, ter e querer o melhor do dia. Ouvir as histórias, encantamento, sonhos, magia e estar em paz, saber plantar e rabiscar o céu com pensamentos. A poesia nasce do que de mais lindo pode haver em nós. As joias que seguem no peito, o dia especial na lembrança. A esperança com o vindouro e a paz com o que não se tem. De onde dormem os sonhos, é o amor que beija as fantasia. É o amor que sorri luz ás razões e cores ás sombras. É o tempo que acorda as sementes. Nada mais intenso do que um olhar que dardeja em sentimentos. E o poeta escuta os ventos e deita sua essência, e assim, som sona seus sonhos e seus desvarios. O poeta reside onde é possível ler os rabiscos no céu, nos cheiros da infância. O poeta é infinito, nele tudo se faz presente e o poeta tudo vê, tudo nota, tudo sorve, tudo habita. E com seus olhos tomados pelo que há de mais belo, segue. Vai ele Meninando aos ventos, cantarolando sob as gotículas refletidas de sol. Para o poeta não há limites e seus olhos voam longe. Só poetas desvendam segredos guardados nas chaves, só poetas vem nas portas um outro horizonte. E só o poeta decifra os dizeres do tempo. Cria palavras, cria sentidos diversos às palavras corriqueiras. E capta das entrelinhas a essência mais pura, é capaz de ler ipês. Só o poeta pode ler com os melhores olhos, todas as coisas do mundo. É preciso alumiar. Poetizar é ter olhos amplos, por vezes imensos. É preciso ter o alcance dos olhos dos homens luzes. Andrea Cristina Lopes - Revisora, escritora, poeta

Title:Ventos MenineirosFormat:Kobo ebookPublished:October 9, 2016Publisher:Clube de Autores

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ISBN:9990052264172

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